Malas feitas. Despedida eminente. Só vou ali mas eu volto. Ao menos para dizer um oi. Só não sei quando, tá?!
beijos e até breve.
terça-feira, março 17, 2009
segunda-feira, junho 23, 2008
Sem Lágrimas
A noite era fria e a garoa molhava as janelas do carro. De dentro, nossa conversa não seria as das melhores que já tivemos, mas era marcante. Meu corpo não treme, não sei o que acontece. Acho que já estou conformada e com medo... O medo de ver uma verdade nos teus olhos. Seja ela qual for à verdade: a de que estar falando a verdade ou de estar falando mentira.
Vou olhando cada detalhe do teu carro, e nesse silêncio relembro os momentos de carinho e de raiva que já passamos ali. Enquanto isso você fala e sua voz não soa igual, acho que está faltando alguma coisa.
Ai meu Deus! Que frio faz aqui dentro.
Sinto uma coisa estranha dentro de mim, mas não ao ponto de chorar. Será que é saudade precoce de tudo o que passamos juntos nesses últimos dias. Olha como tudo foi perfeito. Nada e ninguém atrapalhavam. Não nos escondíamos. Não nos cobrávamos. Não nos evitávamos. Parecíamos estar apaixonados. E estávamos... Você não acha?!
Mas esse sentimento foi passageiro. Tudo acabou. Bom, nem tudo. Afinal, apertamos as mãos como bons amigos, no entanto, sem a intenção de sermos.
Como eu sei disso? Sem querer olhei nos seus olhos, e vi você evitando e me querendo. Seu aperto de mão era igualmente suave como das outras vezes.
Porém, tudo tinha que terminar de alguma forma e não podíamos querer mais um pouquinho, pois como eu escutei por esses dias: “Sempre vamos querer mais um pouquinho”. E, antes que nunca mais queiramos nos ver, saio do carro e vivo como se nada de ruim tivesse acontecido.
Te amo.
Vou olhando cada detalhe do teu carro, e nesse silêncio relembro os momentos de carinho e de raiva que já passamos ali. Enquanto isso você fala e sua voz não soa igual, acho que está faltando alguma coisa.
Ai meu Deus! Que frio faz aqui dentro.
Sinto uma coisa estranha dentro de mim, mas não ao ponto de chorar. Será que é saudade precoce de tudo o que passamos juntos nesses últimos dias. Olha como tudo foi perfeito. Nada e ninguém atrapalhavam. Não nos escondíamos. Não nos cobrávamos. Não nos evitávamos. Parecíamos estar apaixonados. E estávamos... Você não acha?!
Mas esse sentimento foi passageiro. Tudo acabou. Bom, nem tudo. Afinal, apertamos as mãos como bons amigos, no entanto, sem a intenção de sermos.
Como eu sei disso? Sem querer olhei nos seus olhos, e vi você evitando e me querendo. Seu aperto de mão era igualmente suave como das outras vezes.
Porém, tudo tinha que terminar de alguma forma e não podíamos querer mais um pouquinho, pois como eu escutei por esses dias: “Sempre vamos querer mais um pouquinho”. E, antes que nunca mais queiramos nos ver, saio do carro e vivo como se nada de ruim tivesse acontecido.
Te amo.
segunda-feira, junho 16, 2008
Férias com Manoel Bandeira
Terminou 2007. Está terminando o primeiro período. E está tudo terminado.
Então, já que não tenho nada para fazer aqui vou-me embora pra Passárgada. Do jeito que Manoel Bandeira descreveu deve ser um lugar bem legal – tirando a parte da mulher e das prostitutas – tudo passa a ficar na medida certa.
Será que você vai sentir minha falta. Eu juro que volto afinal às aulas vão começar daqui um tempo e eu pretendo ser alguém na vida. Entretanto, não fique nervoso, tenha calma, pois quando voltar eu ligo pra dizer que está tudo bem e que tudo estava muito bom. Mas só voltarei por que sentirei falta da rotina que levo e, também por que estarei de férias. Se você não sabe a palavra férias significa um período de descanso a que têm direito os empregados, servidores públicos, estudantes, etc logo após um período de trabalho, que pode ser de seis meses a um ano.
Ah! Já ia me esquecendo, esta palavra provém do latim 'feria, -ae', singular de 'feriae, -arum', que significava, entre os romanos, o dia em que não se trabalhava por prescrição religiosa.
Ou melhor, férias é sagrado.
Até breve, meu caro!
Obs.: Para quem não conhece Passárgada clique no título desse post.
Então, já que não tenho nada para fazer aqui vou-me embora pra Passárgada. Do jeito que Manoel Bandeira descreveu deve ser um lugar bem legal – tirando a parte da mulher e das prostitutas – tudo passa a ficar na medida certa.
Será que você vai sentir minha falta. Eu juro que volto afinal às aulas vão começar daqui um tempo e eu pretendo ser alguém na vida. Entretanto, não fique nervoso, tenha calma, pois quando voltar eu ligo pra dizer que está tudo bem e que tudo estava muito bom. Mas só voltarei por que sentirei falta da rotina que levo e, também por que estarei de férias. Se você não sabe a palavra férias significa um período de descanso a que têm direito os empregados, servidores públicos, estudantes, etc logo após um período de trabalho, que pode ser de seis meses a um ano.
Ah! Já ia me esquecendo, esta palavra provém do latim 'feria, -ae', singular de 'feriae, -arum', que significava, entre os romanos, o dia em que não se trabalhava por prescrição religiosa.
Ou melhor, férias é sagrado.
Até breve, meu caro!
Obs.: Para quem não conhece Passárgada clique no título desse post.
Ciclo
A necessidade de ser fria e contrária a tudo que sou e ao que fui com você. Negar que ainda existe o peso das lembranças é um equivoco, contudo posso dizer que evito deixá-las tomar conta dos meus pensamentos.
É bom relembrar, afinal, isso não é viver. Assim vou seguindo, caminhando com ou sem lenço e meus documentos carrego para que, se por algum acaso eu venha esquecer meu nome, consiga me lembrar. Dessa forma, vou garantindo a chance de viver.
Posso me assegurar que assim que tudo acabar um novo ciclo começará. Confio nisso por saber que Deus esta comigo. Sim, acredito em Deus e sei que nEle eu tenho tudo e muito mais do que eu preciso. Ele é que me assegura a alegria de cada manhã.
É bom relembrar, afinal, isso não é viver. Assim vou seguindo, caminhando com ou sem lenço e meus documentos carrego para que, se por algum acaso eu venha esquecer meu nome, consiga me lembrar. Dessa forma, vou garantindo a chance de viver.
Posso me assegurar que assim que tudo acabar um novo ciclo começará. Confio nisso por saber que Deus esta comigo. Sim, acredito em Deus e sei que nEle eu tenho tudo e muito mais do que eu preciso. Ele é que me assegura a alegria de cada manhã.
Não sei o que falar
Só em pensar que tudo
Pode ter sido nada.
Que esse nada foi tão real.
Que esse tudo foi tão banal.
Cada breve beijo,
Uma breve lembrança.
Torna-se um vazio,
Não tão breve.
Teu tocar.
Teu olhar.
Teu sussurrar.
Vai a vagar.
A deriva,
Esses desejos se apagam.
Entre as ondas
Que um dia se acalmam
Mesmo que em alto mar.
O porquê de tudo isso eu não sei,
Gostaria muito de saber o que aconteceu.
Admitir os meus erros e perdoar-te.
Mas preciso ao menos saber o que falar.
Pode ter sido nada.
Que esse nada foi tão real.
Que esse tudo foi tão banal.
Cada breve beijo,
Uma breve lembrança.
Torna-se um vazio,
Não tão breve.
Teu tocar.
Teu olhar.
Teu sussurrar.
Vai a vagar.
A deriva,
Esses desejos se apagam.
Entre as ondas
Que um dia se acalmam
Mesmo que em alto mar.
O porquê de tudo isso eu não sei,
Gostaria muito de saber o que aconteceu.
Admitir os meus erros e perdoar-te.
Mas preciso ao menos saber o que falar.
sexta-feira, março 28, 2008
Política da Boa Vizinhança
“Bush, meu filho, resolve a sua crise (...) se quiser, pode vir e tem gente que pode ensinar, eu não vou ensinar, mas tem gente que pode ensinar como é que se salva um banco.” - por Luis Inácio Lula da Silva.
Pelo menos o presidente sabe seus "limites intelectuais".
Pelo menos o presidente sabe seus "limites intelectuais".
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